Recorrendo, primeiramente, à sua experiência, herdada por via familiar, através de gerações dedicadas à joalharia, que incluiu, nomeadamente, encomendas para a Casa Real Portuguesa, Jorge Leitão mostrou, também, a nececidade de adaptação ao presente.
Referiu indústrias Europeias de que são importadores, como também novos sectores de mercados para onde exportam. Sobre estes últimos – USA e Canadá – lembrou a preferência por peças executadas artesanalmente.
Entusiasmou os estudantes a revitalizarem formas e técnicas que se tornaram simbólicas, como possíveis respostas a esses sectores para onde exporta.