O desaparecimento progressivo doa Lugares antropológicos e a proliferação de espaços e objectos que não possibilitam a vivência do Lugar tornam necessária uma ética da inovação que preserve a carga histórica dos Lugares, assim como a humanização dos espaços considerados como Não-Lugares. O Colóquio 98 é o lugar e o momento em que propomos reflectir sobre a nossa relação com os Lugares e o modo como o imaginério é atrído para a valorização dos Não-Lugares.